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quarta-feira, 28 de novembro de 2012
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Caindo na real

Caindo na real do virtual
tudo passou...
Foi bom, enquanto durou
Ficou a saudade
sugerindo entre nós
eterna amizade
Agora estamos rindo
e curtindo,
o que no tempo
transcende a nós dois
o que no tempo
transcende a nós dois
Iduarth
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
sábado, 24 de novembro de 2012
Refletindo Gabriel García Márquez
Gosto de te ler Gabriel:
Descobri que minha obsessão por cada coisa em seu lugar,
cada assunto em seu tempo,
cada palavra em seu estilo,
não era o prêmio merecido de uma mente em ordem,
mas, pelo contrário,
todo um sistema de simulação inventado por mim
para ocultar a desordem de minha natureza.
Descobri que não sou disciplinado por virtude,
e sim como reação contra a minha negligência;
que pareço generoso para encobrir minha mesquinhez,
que me faço passar por prudente
quando na verdade sou desconfiado
e sempre penso o pior,
que sou conciliador
para não sucumbir às minhas cóleras reprimidas,
que só sou pontual para que ninguém saiba
como pouco me importa o tempo alheio.
Descobri, enfim,
que o amor não é um estado da alma
e sim um signo do Zodíaco.
.
(Memórias de Minhas Putas Tristes - Pg. 74)
Gabriel García Márquezterça-feira, 20 de novembro de 2012
LÁGRIMAS DE KROKODIL - PART 1 VICE NEWS"KROKODIL
"Vejam este vídeo e constatem o que já chegou ao Brasil em termos de drogas, dez vezes pior que o crack. É o krokodil, que em poucos meses (e até semanas, para alguns) simplesmente apodrece a carne do corpo do usuário. Terrível." Joaquim Alves - Facebook
"Eu não ligo deles me filmarem, não ligo.Vou morrer semana que vem mesmo...deixa eles verem. Os ingleses nunca viram isso, deixa eles verem"...
"Eu gostaria que tivesse menos corrupção aqui;
que roubassem menos e fizessem mais"...
Em
1979 a União Soviética invadindo o Afeganistão, iniciou um conflito
brutal que durou 10 anos; que foi o pontapé inicial do comércio de ópio
afegão. Eles vendiam para o mundo, tudo para ajudar a combater os
soviéticos...
sábado, 17 de novembro de 2012
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Nietzsche e o Principal texto da sua popularidade

Friedrich Wilhelm Nietzsche
"Deus está morto" ("Gott ist tot" em alemão) é uma frase muito citada do filósofo alemão (1844-1900). Aparece pela primeira vez em A gaia ciência, na seção 108 (Novas lutas), na seção 125 (O louco) e uma terceira vez na secção 343 (Sentido da nossa alegria). Uma outra instância da frase, e a principal responsável pela sua popularidade, aparece na principal obra de Nietzsche, Assim falava Zaratustra.
![]() |
Deus está morto! Deus permanece morto! E
quem o matou fomos nós! Como haveremos de nos consolar, nós os algozes
dos algozes? O que o mundo possuiu, até agora, de mais sagrado e mais
poderoso sucumbiu exangue aos golpes das nossas lâminas. Quem nos
limpará desse sangue? Qual a água que nos lavará? Que solenidades de
desagravo, que jogos sagrados haveremos de inventar? A grandiosidade
deste acto não será demasiada para nós? Não teremos de nos tornar nós
próprios deuses, para parecermos apenas dignos dele? Nunca existiu acto
mais grandioso, e, quem quer que nasça depois de nós, passará a fazer
parte, mercê deste acto, de uma história superior a toda a história até
hoje! Friedrich Wilhelm Nietzsche
|
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Nós e o Por do Sol no Pontal da Barra - republicação
Nós e o Por do Sol no Pontal da Barra
Vamos à praia do Pontal
antes que acabe
vim te buscar
para ver o pôr do sol
é mais bonito
do que todas as auroras
igual no mundo não existe pra se ver.
................................................
................................................
E o carro, de veloz me assustava
Eu tinha medo
mas no medo pressentia
que o milagre do amor acontecia
De repente tudo pára:
Seguravas o meu rosto
e baijavas e beijavas
à louvar o que nascia
Emocionados, os meus olhos se cobriam
e eu já não sabia
se era a noite que chegava
ou a tarde que partia
Se era adeus ao sol, que se ausentava
Se era adeus ao sol, que se ausentava
ou um louvor à lua que chegava.
Tudo o que eu sei, é o que me acontecia
eram estrelas cintilantes
no firmamento da alma
que meu ser iluminavam
como o renascer de um dia!
Irene Duarte
Blog 01 http://iduarth.blogspot.com/
Comemorando:
Dez mil visualizações hoje (l3/11/12) deste poema, em 5 meses e 28 dias após a postagem.
O porquê é outra história que nem eu mesma sei contar.
Muito obrigada aos meus seguidores visíveis e invisíveis.
Irene Duarte
Blog 01 http://iduarth.blogspot.com/

Comemorando:
Dez mil visualizações hoje (l3/11/12) deste poema, em 5 meses e 28 dias após a postagem.
O porquê é outra história que nem eu mesma sei contar.
Muito obrigada aos meus seguidores visíveis e invisíveis.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
O NASCER PARA O ALÉM
O
NASCER PARA O ALÉM...
Adaptação: Sandra Zilio
http://www.velhosamigos.com.br/datasespeciais/diafinados.html#requiem
Há quem morra todos os dias
Morre no orgulho, na ignorância, na fraqueza.
Morre um dia, mas nasce outro
Morre a semente, mas nasce a flor.
Morre o homem para o mundo, mas nasce para Deus.
Assim, em toda morte, deve haver uma nova vida.
Esta é a esperança do ser humano que crê em Deus
Triste é ver gente morrendo por antecipação...
De desgosto, de tristeza, de solidão.
Morre no orgulho, na ignorância, na fraqueza.
Morre um dia, mas nasce outro
Morre a semente, mas nasce a flor.
Morre o homem para o mundo, mas nasce para Deus.
Assim, em toda morte, deve haver uma nova vida.
Esta é a esperança do ser humano que crê em Deus
Triste é ver gente morrendo por antecipação...
De desgosto, de tristeza, de solidão.
Pessoas fumando, bebendo, acabando com a vida.
Essa gente empurrando a vida.
Gritando, perdendo-se.
Gente que vai morrendo um pouco, a cada dia que passa.
Essa gente empurrando a vida.
Gritando, perdendo-se.
Gente que vai morrendo um pouco, a cada dia que passa.
E a lembrança de nossos mortos, despertando, em nós,
o desejo de abraçá-los outra vez.
Essa vontade de rasgar o infinito para descobri-los.
De retroceder no tempo e segurar a vida.
Ausência: - porque não há formas para se tocar.
Presença: - porque se pode sentir.
Essa lágrima cristalizada, distante e intocável.
Essa saudade machucando o coração.
Esse infinito rolando sobre a nossa pequenez.
Esse céu azul e misterioso.
Ah! Aqueles que já partiram!
Aqueles que viveram entre nós.
Que encheram de sorrisos e de paz a nossa vida.
Foram para o além deixando este vazio inconsolável.
Que a gente, às vezes, disfarça para esquecer.
Deles guardamos até os mais simples gestos.
Essa vontade de rasgar o infinito para descobri-los.
De retroceder no tempo e segurar a vida.
Ausência: - porque não há formas para se tocar.
Presença: - porque se pode sentir.
Essa lágrima cristalizada, distante e intocável.
Essa saudade machucando o coração.
Esse infinito rolando sobre a nossa pequenez.
Esse céu azul e misterioso.
Ah! Aqueles que já partiram!
Aqueles que viveram entre nós.
Que encheram de sorrisos e de paz a nossa vida.
Foram para o além deixando este vazio inconsolável.
Que a gente, às vezes, disfarça para esquecer.
Deles guardamos até os mais simples gestos.
Sentimos, quando
mergulhados em oração, o ruído de seus passos e o som de suas vozes.
A lembrança dos dias alegres.
Daquela mão nos amparando.
Daquela lágrima que vimos correr.
Da vontade de ficar quando era hora de partir.
Essa vontade de rever aquele rosto.
Esse arrependimento de não ter dado maiores alegrias.
Essa prece que diz tudo.
Esse soluço que morre na garganta...
A lembrança dos dias alegres.
Daquela mão nos amparando.
Daquela lágrima que vimos correr.
Da vontade de ficar quando era hora de partir.
Essa vontade de rever aquele rosto.
Esse arrependimento de não ter dado maiores alegrias.
Essa prece que diz tudo.
Esse soluço que morre na garganta...
E...
Há tanta gente morrendo a cada dia, sem partir.
Esta saudade do tamanho do infinito caindo sobre nós.
Esta lembrança dos que já foram para a eternidade.
Meu Deus!
Que ausência tão cheia de presença!
Que morte tão cheia de esperança e de vida!
Texto:
Padre Juca Há tanta gente morrendo a cada dia, sem partir.
Esta saudade do tamanho do infinito caindo sobre nós.
Esta lembrança dos que já foram para a eternidade.
Meu Deus!
Que ausência tão cheia de presença!
Que morte tão cheia de esperança e de vida!
Adaptação: Sandra Zilio
http://www.velhosamigos.com.br/datasespeciais/diafinados.html#requiem
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Se não quizer adoecer...

Se não quizer adoecer:
"Fale de seus sentimentos"
Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como: gastrite, úlceras, dores lombares, dor na coluna.
Com o tempo a repressão dos sentimentos degenera até em câncer.
Então, vamos desabafar, confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados.
O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia.
Dr. Drauzio Varela
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